BTG Pactual é líder em Fusões e Aquisições em 2011

Banco ocupa posição nos rankings da Thomson Reuters, Dealogic e Bloomberg. É a primeira vez que uma instituição lidera os três levantamentos

São Paulo, 02 de janeiro de 2012 - O BTG Pactual lidera o ranking anual de Fusões e Aquisições da Thomson Reuters, Bloomberg e Dealogic (ver tabelas abaixo). No consolidado de 2011 da Thomson Reuters, o Banco participou de 54 operações, que movimentaram cerca de US$ 24 bilhões. O volume representa 30% de participação no segmento. De janeiro a dezembro, as transações de M&A totalizaram US$ 79,2 bilhões no Brasil. Em 2010, o BTG Pactual também ocupou o primeiro lugar do ranking, com participação em 56 fusões e aquisições. Foram US$ 34,7 bilhões transacionados, considerado um total de US$ 120,6 bilhões do mercado brasileiro, incluindo operações sem assessoria de bancos de investimento.

Para Marco Gonçalves, sócio e head da área de M&A do BTG Pactual, o resultado deve-se à expressiva atuação do Banco. "Apesar de o volume total do mercado ter diminuído, conseguimos manter o mesmo número de transações e aumentamos o nosso market share. Mesmo em condições macroeconômicas adversas executamos excelentes negócios para os nossos clientes”, diz. “A liderança mostra a consolidação do BTG Pactual como referência nos processos de fusão e aquisição.”

Já na lista da Dealogic, foram 47 operações, que movimentaram US$ 22,7 bilhões (25,3% de market share). O mesmo número de deals é apontado pela Bloomberg. Neste caso, o volume foi de US$ 39 bilhões (39,1% de market share). Os números variam nos levantamentos em função dos critérios de avaliação adotados.

Em 2011, o Banco participou das maiores e mais complexas operações de fusões e aquisições do país. Entre elas estão a venda do controle da Schincariol para a Kirin por R$ 4 bilhões e a compra de fatia da Usiminas pela Ternium, no valor de R$ 5 bilhões. Outros destaques foram a reorganização societária do Grupo Oi, a aquisição da AES Atimus pela TIM, e a incorporação da WTorre pela BR Properties.

"Nossa liderança se deve ao fato de termos uma equipe sênior de bankers e uma área dedicada à execução das transações de M&A”, diz Guilherme Paes, sócio e head de Investment Banking do BTG Pactual. “Hoje somos a maior e mais experiente equipe de banco de investimento do Brasil.”

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